
Metodologia
A minha Metodologia baseia-se em 4 pilares:
✓ Respeito
Pela natureza do cão, pela história do tutor, pela parceria. O treino começa quando há respeito mútuo, e continua a partir daí.
✓ Escuta
Escutar não é só ouvir latidos ou desabafos. É perceber a emoção por trás de cada comportamento.
✓ Comunicação
Porque sem comunicação correta, há frustração, há danos na relação. É importante ajudar o cão e tutor a compreenderem-se de forma leve, eficaz e realista. Sem gritos. Sem mágoas.
✓ Vínculo
Mais do que ensinar a “controlar”, eu ensino a conectar. O vínculo é o que sustenta a relação a longo prazo.
São estes pilares que me guiam em cada treino, em cada reabilitação, em cada relação de parceria. E para ajudar a transformar a relação entre tutor-cão, desenvolvi o Método R.E.L.A.C.A.O, uma abordagem que inclui 7 etapas que para mim são essenciais no processo de treino.
Método R.E.L.A.C.A.O.
O
R
E
L
A
C
A
Respeito pela natureza e individualidade de cada cão e tutor
Escuta ativa da dupla e das suas reais necessidades
Leitura comportamental e emocional da dupla
Acompanhamento personalizado passo a passo
Clareza na comunicação entre cão e tutor
Adaptação realista ao estilo de vida da família e necessidades do cão
Orientação com presença, empatia e conhecimento
Na minha metodologia não ensino só comandos. Transformo relações. Não acredito em soluções rápidas e temporárias, mas sim em transformações reais com base em ciência, vínculo e respeito pela natureza dos seres. Mas é um compromisso que todos têm de assumir.
O que diferencia o meu método de outros:
✓ Não aplico o mesmo protocolo para todos os cães, ele é individualizado;
✓ Não trabalho só “comportamentos” do cão, mas sim o sistema tutor–cão;
✓ Incluo o tutor como parte ativa e essencial, não como “culpado”;
✓ Sem extremismos, sem gritos, sem violência;
✓ Não me posiciono como “a treinadora que sabe tudo”, mas como uma guia que escuta, adapta, caminha junto e, acima de tudo, sempre em processo de aprendizagem;
✓ Solicito apoio de outros profissionais de confiança se sentir que se coloca em causa, de forma acrescida, a segurança dos intervenientes;
✓ Tenho vivência real com cães “complexos”, e não só teoria.
